Music Video JV Site Vevo Raising Money At $300 Million Valuation | paidContent

Posted by Marcelo Chermont on segunda-feira ago 31, 2009

Music Video JV Site Vevo Raising Money At $300 Million Valuation

Vevo, the Hulu-like site for music videos which for now is a JV between Universal Music, Sony Music and YouTube, is out raising money at a $300 million valuation, we have learned from multiple sources. The venture’s CEO Rio Caraeff has been criss crossing the country (and globe) pitching it to investors, though it is unclear if the venture will have the money locked in before the launch late this year. Also unclear: how much money it is trying to raise, though if Hulu is a guide, then one possibility is $30 million for 10 percent stake (Hulu raised $100 million from Providence, at a $1 billion valuation.

The JV, which is being run out of New York City (as its future HQ) and LA, has been hiring on the tech side over the last few months. It seems unlikely that the other two major labels—Warner and EMI—will join the venture as JV partners for now; Warner Music CEO Edgar Bronfman has publicly been talking against Vevo. EMI has been the slowest in any digital venture and lets others lead the way; besides, it is dealing with its own problems.

As to whether there’s enough there to justify the $300 million valuation for Vevo, foolish to bet against it this early, especially with a strong team and labels behind it. Besides, the inspiration for it, Hulu, certainly proved a lot of critics wrong. However, unlike Hulu, which proved that if you put up full-length videos and surround it with a simple and great experience, people—and advertisers—will come in droves, success for Vevo will mainly prove one thing: that music labels have finally succeeded in sucking the lifeblood out of music startups to feed their bastard child.

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Rafat Ali Aug 31, 2009 12:41 PM ET

Vevo

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Central Musical vs Fabchannel « Tututa's Blog

Posted by Marcelo Chermont on segunda-feira ago 31, 2009

Central Musical vs Fabchannel July 19, 2009

Filed under: Uncategorized — tututa @ 4:29 pm
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19.07.09

Until a few months ago we could check what was going down in Paradiso regarding live performance from bands from all over the world, dj’s and even air guitar shows. Unfortunately, due to some financial problems and re-thinking of the corporate strategy change – FABCHANNEL – and to come to an end.

Because TUTUTA is always looking for that “perfect” online musical platform for music+video, I came across with this one very similar to the Dutch one in Portugal. CENTRAL MUSICAL (CM) dedicates to broadcast a variety of live performances of Portuguese and International artists in Luso soil. So far the results have been above expectations: audience growth, content diversity, joint venture, and internationalization (Spain and UK) and financial revenues. Nokia, Optimus mobile operator, national radios and festivals are some the enterprises that decided to support and become partners of this successful start up.

Another great feature of CM is the possibility watching in live stream in real time concerts, interviews, performances from a certain event. This is something that even the traditional media channels are not yet able to provide abundantly. Because we are talking about online broadcast, you can share your experiences with other usual suspect social platforms Flickr, Facebook, Twiter or WordPress. Whether you were there or not!!!

We all understand that the challenges music industry is facing are numerous with shrinking sales on musical albums sales, illegal downloads, and merchandising. CM is a great alternative for recorded labels to integrate and promote artists, generate online content quality, outsource the broadcoast expertise, cover a large geographical territory.

The Netherlands has amazing artists (national + international) all year round in copious number of places and events that could help to create something similar to Fabchannel. As a music lover the physical barrier disable me to be presence in many events, these platforms definitely assist us to overcome that barrier of watching our favourite artist or discovering new ones.
I would like to share with you some of the best exports bands from Portugal at this time: Deolinda
Imagem 1
Sources:
RTP
Fabchannel
Central Musical

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Marcas precisam se preparar para as redes sociais | Mundo do Marketing

Posted by Marcelo Chermont on quinta-feira ago 27, 2009

Marcas precisam se preparar para as redes sociais

Segundo especialistas, as empresas precisam ser transparantes e dialogar de igual para igual com seus consumidores

Por Guilherme Neto, do Mundo do Marketing 27/08/2009
guilherme@mundodomarketing.com.br

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O número de marcas que já sofreram com a opinião dos consumidores nas redes sociais é cada vez maior. General Motors nos Estados Unidos e Dafra aqui no Brasil são apenas dois exemplos clássicos. Por que, afinal, as pessoas podem desestabilizar as marcas nos dias de hoje foi a primeira pergunta feita pela radialista e blogueira Rosana Hermann (foto) durante o Digital Age 2.0 2009, realizado ontem e hoje em São Paulo.

Marcos Souza Aranha, da IChimpsA resposta? Segundo os debatedores Marcos Souza Aranha (foto), da IChimps, Marcelo Tripoli, da IThink, Max Petrucci, da Garage.com, e Marcelo Montefiore, da Global Mind, o mundo de hoje derrubou as barreiras entre o consumidor e a empresa. “Tiraram a parede que estava na frente da marca”, diz Souza Aranha.

Por mais que as empresas se preparem para navegarem no mundo digital, o trabalho é mais amplo e complexo. “Não tem fórmula para se prevenir da pichação on-line se o produto é ruim”, adiciona Max Petrucci. Pior do que falar mal da marca, é quando o consumidor fica indiferente a ela, aponta Marcos Souza Aranha. “Muitas vezes não é um problema de comunicação, mas sim do negócio”, completa Montefiore.

Conversar com o consumidor é o caminho
As empresas, no entanto, não precisam ver as mídias sociais como um safári perigoso. Precisam apenas se preparar e falar de igual para igual com os consumidores. “Usar as ferramentas é fácil, mas o grande desafio é olhar para dentro da empresa”, ressalta Marcelo Tripoli. “A empresa tem que ser real e se preparar para uma realidade diferente. Ela tem que se portar como uma pessoa comum”, argumenta Petrucci.


Max Petrucci, da Garage.com, e Marcelo Montefiore, da Global Mind, discutem o uso das redes sociais

E sem maquiagem. Segundo Rosana Hermann, as marcas estão sendo vistas na web sem photoshop. Como lhe dar com o consumidor, então, neste caso? Diálogo é o caminho. “O diálogo parte do conhecimento. Quando se dialoga com o consumidor a empresa ganha um grande database”, afirma Souza Aranha. “As marcas não usam o que está nos call centers e na web e fica gastando dinheiro fazendo pesquisa tradicional”, complementa Tripoli (foto).

Quando o assunto é como as empresas e as agências digitais e tradicionais estão preparadas para esta realidade, a resposta dos debatedores é uma só: este assunto é polêmico, já que há poucas empresas e agências prontas para encarar este desafio e a grande maioria não faz ideia de como se posicionar neste meio, ou, pior, posiciona-se mal.

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» Augmented Reality + Tráfego

Posted by Marcelo Chermont on quinta-feira ago 27, 2009

Augmented Reality + Tráfego

por Seidi Mobile, em 27-agosto-2009, às 9:45 am

Um aplicativo (por enquanto) exclusivo para Android mistura a tecnologia Augmented Reality com as condições de tráfego. Usando um smartphone Android, o usuário do Augmented Traffic Views pode apontar a câmera do aparelho para uma via e receber uma lista de câmeras de tráfego  ao longo de seu trajeto – clicando sobre elas, é possível visualizar possíveis engarrafamentos em determinados trechos. Por enquanto o aplicativo só funciona em Toronto.

[Fonte: Phone Arena]

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Os números do iPhone no Brasil – Diogo Werner: O Globo

Posted by Marcelo Chermont on quarta-feira ago 26, 2009

Os números do iPhone no Brasil

A Predicta divulgou esta semana dados sobre o acesso à internet móvel no Brasil. Os números da consultoria informam que a quantidade de acessos à internet via iPhone foi praticamente igual à soma de todos os outros PDAs e celulares em fevereiro.

Foram contabilizadas informações de 25 sites que representam mais de 90% dos acessos à internet no país. Antes de divulgá-los aqui, confirmei se os números do iPhone (por acaso) incluíam também o iPod Touch, já que se a medição fosse feita por navegador poderia resultar numa medição "não muito justa". E pior que não! É só iPhone mesmo! Dos mais de 200 mil acessos em fevereiro, metade deles foram feitos pelo celular da Apple que nem é vendido oficialmente no Brasil (ao contrário do iPod Touch) e ainda obriga o usuário a "correr riscos" ao desbloqueá-lo para usar com uma operadora nacional.

Não vejo muito graça ver os dados sobre crescimento da plataforma. Menos de um ano atrás o iPhone nem era vendido nos EUA, portanto o "crescimento" teria mesmo que ser absurdo. O interessante é ver os números (e nos gráficos do Keynote). Depois do lançamento, o desbloqueio ainda demorou um pouco e aí sim, a possibilidade de usar o iPhone em outras operadoras mexeu com o bolso de muitos usuários fora dos EUA. Embora os números de acesso não reflita exatamente o números de usuários e aparelhos, já dá para perceber que os brasileiros estão indo com sede ao pote.

O iPhone foi grande responsável pelo crescimento do tráfego da internet móvel no Brasil nos últimos meses. Em fevereiro o aparelho chegou a 50% do total e ajudou a dobrar o número total de acessos registrados em setembro. Enquanto os demais aparelhos juntos registraram um aumento em torno de 37 mil acessos, o iPhone cresceu 97 mil no mesmo período. Sozinho! E já que em fevereiro a diferença entre iPhone e demais plataformas ficou em pouco mais de mil acessos, a tendência é que em março ele supere os concorrentes como já faz nos EUA.

Na terra do Tio Jobs, digo, do Tio Sam, o iPhone já é responsável por 71% do acesso à internet por smartphones (de um total de "101%"! Esse gráfico foi apresentado na semana passada junto com o novo SDK). O valor está longe da parcela do mercado conquistado pelo celular da Apple, o que caracteriza o usuário de iPhone como muito mais ativo que o usuário de outros aparelhos.

Ainda assim, os números das vendas impressionam (gráfico acima). Oito meses após sua estréia, a Apple já é a segunda colocada no mercado americano de smartphones, perdendo apenas para a RIM, fabricante do BlackBerry, e bem a frente da Palm e Motorola. No entanto, desses 28% conquistados, uma parte não deve estar mais nos EUA. Estima-se que 1/4 dos iPhones tenham sido ilegalmente desbloqueados, muitos deles para ser usados em países onde a Apple ainda não o lançou oficialmente. Na França, onde a Apple fez parceria com a Orange e a lei obriga a comercialização de uma versão desbloqueada, ele é vendido por 749 euros para uso em qualquer operadora, quase o triplo do preço americano subsidiado, o que faz muita gente preferir o desbloqueio de chip não convencional.

Se a proporção de acessos por aparelho nos EUA estiver se repetindo aqui no Brasil, o iPhone já teria em torno de 10 a 20% do mercado nacional de smartphones, porém não existem números oficiais, já que os usuários brasileiros só puderam comprar iPhones no exterior (ou de revendedores não autorizados no Brasil).

Mesmo com um percentual tão alto não dá para saber se esses acessos via iPhone superam outros países a ponto de colocar o Brasil na mira da empresa. Nós nem temos a iTunes Store que é usada para ativação do aparelho e isso já coloca o Brasil atrás de 22 países. Já surgiram rumores de acordos da Apple com praticamente todas as grandes operadoras (a última foi a Vivo), mas com as novas regras da Anatel que obrigam o desbloqueio de aparelhos a coisa parece ficar ainda mais difícil, seja no acordo com a operadora ou no preço do aparelho.

A Apple já anunciou que o modelo de uma parceria por país não é o único estudado por ela e que poderá ter acordos com mais de uma operadora em um mesmo lugar, mas se o iPhone chegar aqui somente na versão desbloqueada vai custar um braço, uma perna e dois olhos da cara. E isso porque o dólar está baixo!

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Rede infantil Migux tem mais usuários que o Facebook no Brasil

Posted by Marcelo Chermont on sexta-feira ago 14, 2009
Rede infantil Migux tem mais usuários que o Facebook no Brasil Por Tatiana de Mello Dias São Paulo, (AE)
Influenciados pelos amigos, os filhos da jornalista e publicitária Anna Valenzuela queriam entrar no Orkut. A mãe não deixou.
"Justamente a geração que já nasceu ‘com chip’ tinha poucas alternativas digitais inteligentes e lúdicas", diz Anna. Foi a partir desse vácuo ela teve a ideia de criar o Migux, uma rede social só para os pequenos.O site foi lançado em julho de 2008 e, apesar de recente, já tem números de gente grande. Na noite de quinta-feira (7), o Migux tinha exatos 1.732.867 usuários cadastrados (400 mil a mais do que o Facebook tem no Brasil) e pelo menos 400 mil ativos. Todos os dias, entre 5 mil e 10 mil crianças entram na rede - 90% delas têm entre 5 e 12 anos.O site é um misto de rede social e game, parecido com o outro site infantil Club Penguin, lançado em 2005 e comprado pela Disney em 2007. Mas, para Anna, o primo gringo é mais game do que rede social. Além disso, segundo ela, a versão brasileira tem a premissa de abarcar o conteúdo gerado pelos próprios usuários - uma espécie de rede 2.0 infantil.Com uma interface simples e lúdica, o Migux permite que as crianças criem avatares, uma página pessoal - as "casinhas" - e interajam com os amigos. O serviço é gratuito, mas há a opção de assinatura (cerca de R$ 10) que dá direito às "gotas", moeda virtual do Migux, que permitem comprar objetos, também virtuais, e outros serviços - como ficar invisível e poder experimentar as novidades antes dos outros .Todos os dias, segundo Anna, 30 mil usuários se logam e cerca de 2 mil interagem simultaneamente. Assim que o avatar entra no ambiente, outros usuários começam uma amizade - no dia em que o Link visitou a rede, havia crianças avisando que dariam "festas" e outras querendo "namorados". "É incrível notar como as crianças se informam sobre as notícias dentro de um ambiente vivo como esse", diz Anna.Ela lembra que, no dia da morte de Michael Jackson, a notícia repercutiu no ambiente virtual do Migux da mesma maneira como foi assunto em outras redes sociais.Além da rede em si, o Migux formou espontaneamente uma comunidade virtual - há pelo menos 16 blogs sobre o jogo. "Quando vi o primeiro blog fiquei de queixo caído: já tinha alguém que cobria as novidades da rede com mais dedicação do que no blog oficial", ri Anna.Segundo a criadora da rede social, o Migux já recebeu 290 mil e-mails com sugestões de crianças - um indício de que a geração Migux já sabe que, hoje, a web é feita coletivamente.
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Unilever comemora ação de incentivo via SMS da Kibon | Mundo do Marketing

Posted by Marcelo Chermont on sexta-feira ago 14, 2009

Unilever comemora ação de incentivo via SMS da Kibon

Promoção levou 81% dos participantes a cadastrar números de celular para receber mensagem

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing 14/08/2009
thiago@mundodomarketing.com.br

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A Unilever comemora o resultado da ação Verão Premiado Kibon. Com objetivo de alavancar vendas, incentivar a distribuição e agregar valor ao produto, a promoção mobile fez com que 81% dos consumidores que participaram cadastrassem seus números de celular para receber a mensagem SMS da ação de incentivo da Kibon. A promoção realizada em São Paulo premiou consumidores com TVs, home theaters, notebooks e automóveis. Quem assinou a ação foi a agência F.biz.

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Rotgutonix testa sua bebida pra você não ficar de ressaca

Posted by Marcelo Chermont on sexta-feira ago 14, 2009

Ele não vai te impedir de beber além da conta, mas o Rotgutonix pode testar bebidas não misturadas (ou misturadas apenas com água) para ver se encontra a presença de álcool não-adulterado, conhecido como Rotgut em inglês. O conceito tem um sensor químico que pode identificar diversas marcas de bebida em cerca de 20 segundos.

No presente momento, o aparelho está pronto para analisar as seguintes marcas: Johnny Walker, JB, DYC, Pampero, Brugal e Havana Club. Nas próximas versões, esperamos que o Rotgutonix seja capaz de analisar mais de 20 conhecidas marcas, principalmente de rum, whisky, gin e vodka.

O site também diz que o aparelho ainda é "um protótipo ainda na fase de marketing", mas ficaremos de olho nele.

Observação divertida: ele foi projetado pelo mesmo cara que inventou o Condometric (uma camisinha com medidas gravadas nela) e o kit de estudos com corrente e bola de metal. Ok! [Curiosite via Technabob]

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Metade dos usuários de 3G no Brasil não possuem banda larga fixa em casa

Posted by Marcelo Chermont on sexta-feira ago 14, 2009

Nesta semana eu encontre no site Tudo Celular um post sobre um estudo realizado pela consultoria Yankee Group que demonstrou que a principal concorrente da banda larga fixa no país passou a ser a internet 3G. Segundo o estudo, 51% das mais de 4 milhões de pessoas que utilizam banda larga móvel no Brasil, não possuem banda larga fixa em casa, sendo que também existe a previsão de que já em 2011 o total de usuários da internet via rede 3G ultrapasse o número de clientes da banda larga fixa no país, chegando a mais de 18 milhões de clientes, enquanto os fixos totalizarão 17 milhões.

Durante aproximadamente 2 anos eu troquei a banda larga fixa pela conexão móvel, primeiro do antigo Vivo Zap 3G, e depois da Claro 3G, e posso dizer que só não fiquei somente com a rede móvel por conta das falhas das operadoras de telefonia celular, pois se o serviço fosse um pouco melhor e mais estável e sem limites de velocidade após o uso de uma determinada franquia, eu utilizaria somente a rede 3G sem nenhum problema! Quem sabe no futuro as coisas não melhoram? O negócio é esperar mais um pouco!!

Fonte: Tudo Celular, via IDG Now.

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Qik Video no iPhone 3GS

Posted by Marcelo Chermont on sexta-feira ago 14, 2009

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Eu utilizo há muito tempo o Qik para gravar e transmitir vídeos ao vivo do meu celular para a internet, e agora o serviço também ganhou uma versão compatível com o novo iPhone 3GS, que permite compartilhar os vídeos usando o e-mail, SMS, Twitter, YouTube e o Facebook. Mais uma ótima novidade para a turma do iPhone!!

Fonte Gizmodo, via Qik.

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